Ganhadora do Concurso de Ensaísmo serrote 2025 reconstitui a trajetória de Thais Diniz, ícone do universo travesti na São Paulo dos anos 1980 e 1990, e reflete sobre o desafio de narrar vidas sistematicamente apagadas da história
Saiba mais sobre os ensaios premiados, publicados na serrote #51
Edição especial para a Flip 2013
A Flip 2013 homenageou Millôr Fernandes, que acabava de ter seu acervo incorporado ao Instituto Moreira Salles. A edição gratuita da serrote distribuída no evento trouxe uma seleção dessas obras de Millôr, organizada pelo cartunista Cássio Loredano e pela coordenadora de Iconografia do IMS, Julia Kovensky. Outros destaques são um ensaio clássico de Joan Didion sobre cadernos de anotações e a correspondência entre J.M. Coetzee e Paul Auster.
A serrote #51 apresenta os textos premiados no Concurso de Ensaísmo 2025, uma conferência do artista sul-africano William Kentridge, parte de um livro inédito no Brasil, e textos de Cristina Peri Rossi, María Negroni e Claudia Durastanti, entre outros
Capa: Catarina Bessell
Novembro 2025
Saiba mais sobre os ensaios premiados, publicados na serrote #48
Edição comemorativa traz um trecho do novo livro de Anne Carson, inédito no Brasil, conferências de Judith Butler, Ailton Krenak e Luiz Antônio Simas, um ensaio de Amara Moira apresentado no Festival Serrote 2025, e muito mais
Capa: Veridiana Scarpelli
Julho 2025
Nova edição traz trechos de livros de Richard Sennett e Didier Eribon inéditos no Brasil, entre outros ensaios
Capa: Guto Lacaz
Março 2025
Nova edição traz as três ganhadoras do Concurso de Ensaísmo 2024, textos de Carlo Ginzburg e Bianca Tavolari e um diálogo entre James Baldwin e Nikki Giovanni inédito em português
Capa: Daniel Trench
Novembro 2024
A edição 47 traz ensaios da autora palestina Adania Shibli e do historiador argentino Federico Finchelstein escritos especialmente para a revista, além de textos de Martín Kohan, Silviano Santiago, Namwali Serpell e muito mais
Capa: Natali Tubenchlak
Julho 2024
Edição especial de 15 anos da revista de ensaios do Instituto Moreira Salles traz textos de Alejandro Zambra, Hilton Als e Djaimilia Pereira de Almeida, livro de Roland Barthes ilustrado por Saul Steinberg, e muito mais
Capa: Alisson Damasceno
Março 2024
Saiba mais sobre os ensaios premiados, publicados na serrote #45
Nova edição traz textos de ganhadoras do Concurso de Ensaísmo 2023 e ensaios de Silviano Santiago, Aparecida Vilaça, Zora Neale Hurston e Jacqueline Rose, entre outros
Capa: Aislan Pankararu
Novembro 2023
Ser agredido por um menino preto e pobre evoca uma questão mais duradoura, estrutural e perniciosa: a defesa dos direitos de “nós negros” serve para mim e para ele?
Nova edição publica ensaio de Evandro Cruz Silva sobre os dilemas da classe média negra brasileira, texto de Natalia Carrillo e Pau Luque a respeito das distinções entre culpa e responsabilidade no engajamento político, e artigo sobre a relação entre Toni Morrison e Angela Davis
Capa: arte sobre xilogravura de Georg Bartisch
Julho 2023
Nova edição traz seção especial editada pelo jornalista Jefferson Barbosa, do coletivo Perifa Connection, e colaborações de Alan Pauls, Achille Mbembe, Djaimilia Pereira de Almeda, Stephanie Borges, Jaime Lauriano e muito mais
Capa: Jaime Lauriano
Março 2023
Nova edição apresenta ganhadores do 5º Concurso de Ensaísmo e textos de Denise Ferreira da Silva, Mary Gaitskill, Teju Cole, Ricardo Piglia, Margo Glantz, Nadia Urbinati e Claudio Medeiros, entre outros
Capa: Gustavo Nazareno
Novembro 2022
Saiba mais sobre os ensaios premiados, publicados na serrote #42
Em 2016, a serrote #23 apresentou dois cadernos com desenhos de Wilma Martins. Em homenagem à artista mineira, morta aos 88 anos, publicamos aqui a íntegra do ensaio visual e do texto de apresentação.
Nova edição apresenta ensaio-manifesto “O que é ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo”, de Djaimilia Pereira de Almeida. A revista traz ainda de textos de Paul Gilroy, Michel Gherman, Henry Louis Gates Jr. e Andrew Curran e muito mais.
Capa: Guilherme Teixeira
Julho 2022
Esta edição reúne convidados do Festival Serrote 2022: Saidiya Hartman, Fabiana Moraes, Marcos Queiroz e Igor R. Reyner. Traz também um ensaio visual de Cildo Meireles, uma seção especial sobre os 200 anos da independência e muito mais
Capa: Sungi Mlengeya
Março 2022
A nova edição apresenta os 3 vencedores do Concurso de Ensaísmo 2021. Além disso, Sidney Chalhoub investiga a história do movimento antivacina, Aparecida Vilaça reconstitui a trajetória de um indígena morto pela Covid, Acauam Oliveira questiona um clichê do debate racial, e muito mais.
Capa: arte sobre gravura publicada na revista O Malho em 1904
Novembro 2021
Leia uma edição digital gratuita com os três ensaios premiados, publicados na serrote 39
Deixar o conhecido, em viagem real ou não, é assumir um ponto de vista crítico sobre viver e estar no mundo, perceber e ser percebido, diz a escritora angolana neste ensaio premiado na segunda edição do Concurso de Ensaísmo serrote, em 2013
Há 45 anos, num crepúsculo de novembro, a escritora pedia ajuda para ordenar o caos que daria origem à obra-prima A hora da estrela
Na relação tensa e conflituada com Le Corbusier, João Cabral de Melo Neto depurou os princípios de uma obra fundada na “verdade da forma”.
Depois de a edição impressa de julho de 2020 ser substituída por uma edição digital gratuita devido à pandemia, a serrote voltou às livrarias em novembro com uma edição dupla, reunindo os números 35 e 36 em um volume de 336 páginas. A revista apresenta os textos dos vencedores do 3oº Concurso de Ensaísmo serrote: Maria Lucas, Evandro Cruz Silva e Raphael Grazziano. E ensaios de Rachel Cusk, Isabel Wilkerson, Thiago Amparo, Ronilso Pacheco, Juliana Borges, W.H. Auden e muito mais.
Capa: Mulambö
Novembro 2020
Leia o ensaio ganhador e saiba mais sobre os vencedores, publicados na serrote 35-36
A serrote lançou, em julho de 2020, uma edição especial, gratuita e digital, que reflete sobre o momento de exceção que vivemos. A revista apresenta seis ensaios inéditos sobre impactos políticos e sociais da pandemia, três ensaios visuais e a tradução de “O vínculo da vergonha”, clássico do historiador Carlo Ginzburg que fala diretamente ao Brasil de hoje.
Por ocasião do lançamento, foram realizadas duas conversas com autores da edição, transmitidas ao vivo no canal de YouTube do IMS, com o historiador argentino Federico Finchelstein, autor de Do fascismo ao populismo na história, e o jornalista Jefferson Barbosa, do coletivo PerifaConnection.
Da peste negra à gripe de 1918, as pandemias do passado mostram por que os grupos marginalizados sempre foram os mais vulneráveis.
Este artigo faz parte da série #IMSquarentena, que reúne ensaios do acervo, colaborações inéditas e uma seleção de textos que ajudem a refletir sobre o mundo em tempos de pandemia.
Quando voltarmos a vagar livremente pelos museus, os objetos não terão se alterado, mas nós sim – e as vítimas do coronavírus nos acompanharão como fantasmas.
Michael Ignatieff parte da autobiografia de Raphel Lemkin para mostrar como um dos heróis secretos do século 20 assemelhava-se a um dos “artistas da fome” de Kafka, “criaturas comoventes e autopunitivas que se apartam do mundo, depredados por uma culpa que não conseguem nomear, que fazem do sofrimento sua razão de viver”.
As estátuas dos dominadores, que não estão apenas nas praças, já começam a cair nas narrativas descolonizadoras de escritoras negras.
Diante de uma situação sem precedentes, é hora de inverter princípios naturalizados e fazer com que a economia sirva antes à sociedade do que ao capitalismo.
Do que estamos falando quando falamos de “polarização” na política brasileira? Neste ensaio, publicado em março de 2020, Rodrigo Nunes rastreia as origens do termo no debate político dos EUA e sua distorção no Brasil desde as manifestações de 2013, passando pelo impeachment de Dilma Rousseff e pela eleição de Jair Bolsonaro. O que acontece no país não é uma disputa entre dois polos simétricos, ele avalia: “Foi a direita que mudou o centro de lugar”.
Ao empunhar a cabeça de um porco, manifestante de Minneapolis atualiza o simbolismo do animal como encarnação do inimigo, redistribuindo a violência na disputa das imagens e narrativas visuais
Este artigo faz parte da série #IMSquarentena, que reúne ensaios do acervo, colaborações inéditas e uma seleção de textos que ajudem a refletir sobre o mundo em tempos de pandemia
Com o isolamento social a população branca dos EUA experimenta, de forma transitória, a política que o país perpetua em relação aos cidadãos negros
Este texto faz parte da série #IMSquarentena, que reúne ensaios do acervo, colaborações inéditas e uma seleção de textos que ajudem a refletir sobre o mundo em tempos de pandemia
A convicção de que armar a população civil simplesmente atende a interesses de dominação política e social é apenas parte de um dos problemas fundamentais do Brasil de hoje, argumenta Luiz Eduardo Soares num ensaio curto e inquietante publicado na serrote #33. Para o cientista social e antropólogo, especializado em segurança pública, a disseminação de armas desfavorece todas as forças da sociedade, sem exceção.
Toda sexta-feira, a serrote indica uma seleção de links sobre o mundo em tempos de pandemia.
De Monet ao coronavírus, os museus são um alvo histórico de ataques que, lembra a crítica de arte do jornal El País, botam em questão sua legitimidade e seu sentido.
Este artigo faz parte da série #IMSquarentena, que reúne ensaios do acervo, colaborações inéditas e uma seleção de textos que ajudem a refletir sobre o mundo em tempos de pandemia.
Nos momentos em que a democracia está sob ataque, um escritor que se cala corre o risco, nada desprezível, de se tornar cúmplice do autoritarismo.
Um dos raros efeitos positivos da pandemia é embaralhar a forma pela qual avaliamos os papéis econômicos e sociais de cada pessoa
Este artigo faz parte da série #IMSquarentena, que reúne ensaios do acervo, colaborações inéditas e uma seleção de textos que ajudem a refletir sobre o mundo em tempos de pandemia
Expostas em trabalhos essenciais e mal remunerados, sobrecarregadas por atividades domésticas e ainda mais sujeitas à violência masculina, as mulheres tem suas vulnerabilidades históricas ampliadas pela quarentena.
A chave de compreensão de Limite, de Mario Peixoto, está menos na decifração “do que não existe” do que na “forma” e “sentido” de suas imagens, “uma reiteração dos signos de limitação humana”.
Professor de filosofia na PUC-Rio, Rodrigo Nunes discute no vídeo abaixo o impacto da pandemia de covid-19 na política brasileira
Por que, afinal, um povo submete-se a um tirano? A questão, de triste atualidade, é um leitmotiv da História, de seus momentos mais sinistros, e teve em William Shakespeare um de seus mais finos formuladores. A hipótese é de Stephen Greenblatt em “O tirano segundo Shakespeare”, publicado na serrote #31, em março de 2019.
Em tempos de medo e isolamento, estamos aprendendo que mudanças profundas e positivas são possíveis, diz a escritora americana Rebecca Solnit neste ensaio. Uma das principais vozes do feminismo contemporâneo, ela critica a reação dos líderes de países como Brasil e EUA à pandemia de covid-19. E defende que o caminho para construir o futuro está nos gestos de solidariedade e de defesa dos direitos essenciais observados ao redor do mundo.
O historiador inglês analisa em paralelo os movimentos que levaram à criação da União Soviética e à República Popular da China. Para ele, o exame das matrizes ideológicas combinadas com as políticas de Estado ajudam a contextualizar a derrocada de uma e a prosperidade da outra.
Nas aldeias, a covid-19 devasta os corpos e destrói toda uma concepção de mundo, replicando a violência da ação predatória dos invasores.
Há nove anos o sociólogo Richard Sennett advertia que “em meio a eventos traumáticos, como uma guerra civil” é impossível realizar um movimento fundamental para sustentar os valores humanistas: tomar distância do imediato para refletir sobre o papel daquela experiência na narrativa de sua própria vida. Nos imprevisíveis tempos de covid, esta narrativa é a primeira a ser fraturada. E sua fragilidade pode abalar alguns dos princípios fundamentais da vida em sociedade.
No início de março, a escritora peruana Gabriela Wiener, radicada em Madri, viu o marido de 45 anos adoecer com suspeita de coronavírus, logo confirmada. Desde então, sua rotina foi engolfada pela incerteza e o desespero de quem vive de perto a pandemia.
Sem os esforços idealistas, incansáveis e patrióticos dos norte-americanos negros, a democracia dos EUA seria bem diferente, e talvez nem fosse uma democracia, escreve a jornalista Nikole Hannah-Jones neste ensaio, publicado na serrote 34
A edição 34 apresenta textos de dois convidados do Festival Serrote 2020, o filósofo Jason Stanley, autor do livro Como funciona o fascismo e uma dos principais vozes no debate sobre a ascensão global da extrema-direita, e a jornalista Nikole Hannah-Jones, tratando das inúmeras contribuições dos norte-americanos negros para a consolidação da democracia no país.
Ainda na serrote 34: Rodrigo Nunes investiga a ideia de “polarização” na política brasileira; Anne Carson busca na Grécia Antiga as origens do silenciamento de vozes femininas; Tiago Ferro lê um romance de Chico Buarque à luz do Brasil de 2020; Javier Marías discute como contar uma história; Maria Esther Maciel abre seu dicionário de Marias; e muito mais.
Capa: Regina Parra
Março 2020
Neste verbete publicado na serrote #27, o historiador Luiz Antonio Simas investiga as origens e a potência da palavra “macumba”, ainda vista com preconceito em um país estruturalmente racista.
Terceira edição do Festival serrote, evento anual que reúne escritores, jornalistas, pesquisadores e artistas para apresentações e debates sobre política, cultura e sociedade e uma sessão da serrote ao vivo com leituras, música e artes visuais.
Da Alemanha nazista ao Brasil de hoje, o ressentimento impulsiona forças políticas reacionárias e violentas, escreve a psicanalista Maria Rita Kehl neste ensaio publicado na seção especial “9 perguntas para o Brasil de hoje”, da serrote 33
Na seção, intelectuais como Luiz Eduardo Soares, Milton Hatoum e Aparecida Vilaça refletem sobre questões cruciais no país, da proliferação da violência ao silêncio dos escritores diante do autoritarismo.
A serrote 33 traz a seção especial “9 perguntas para o Brasil de hoje”, na qual nove intelectuais – como Milton Hatoum, Maria Rita Kehl e Luiz Eduardo Soares – refletem sobre questões cruciais no país, da proliferação da violência ao silêncio dos escritores diante do autoritarismo. Esta edição apresenta também um trecho do novo livro do filósofo Georges Didi-Huberman, que discute levantes populares no passado e no presente. E um ensaio da escritora Claudia Rankine sobre suas tentativas de questionar homens brancos sobre seus privilégios. E ainda: as cartas de Hannah Arendt e Gershom Scholem sobre a banalidade do mal; um diário de viagem de Virginia Woolf; um manifesto de Lucía Lijtmaer em defesa do direito de protestar; uma viagem pela saga de Canudos por Hélio de Seixas Guimarães e Carlos Augusto Calil; e muito mais.
Capa: Antonio Obá
Novembro 2019
Onipresentes, as imagens de Fukushima, Mariana ou Brumadinho nos fazem ver até o que não gostaríamos e põem em xeque o lugar do romance realista nos dias de hoje
A serrote 32 apresenta um ensaio da americana Toni Morrison, ganhadora do Nobel de Literatura. Em “Racismo e fascismo”, Morrison alerta sobre o avanço do ódio e do autoritarismo na vida política de um país. Também nesta edição, Paul B. Preciado e Virginie Despentes discutem o legado de Simone de Beauvoir. Adrienne Rich examina sua relação com a maternidade. Daniel Galera reflete sobre os desafios de um escritor diante das catástrofes climáticas. Camila von Holdefer analisa uma galeria de personagens femininas da literatura. E ainda: um poema-ensaio de Marília Garcia; uma defesa do radicalismo iluminista por Marina Garcés; uma viagem pelas mesas dos escritores com Juan Villoro; e muito mais.
Capa: Rachel Levit
Julho 2019
A utopia da livre circulação entre os países é hoje solapada pelo reforço das restrições de movimento que reproduzem e intensificam a vulnerabilidade de grupos estigmatizados racialmente
Do abismo entre o país desejado e o vivido, nasce um esboço incompleto que é documento eloquente de uma derrota histórica e existencial
A serrote 31 apresenta o texto integral de dois livros inéditos no Brasil. Em “O toldo vermelho de Bolonha”, o escritor e crítico inglês John Berger faz uma viagem sentimental pela história e a cultura da cidade italiana. Já em “O homem – com variações”, o jornalista americano Joseph Mitchell narra o nascimento da antropologia moderna nos EUA, nos anos 1930, e os embates de antropólogos com a ideologia nazista. Além disso, a edição traz um ensaio de um dos maiores especialistas na obra de William Shakespeare, o americano Stephen Greenblatt, que mostra como o Bardo representou os tiranos de seu tempo. E uma conferência do filósofo camaronês Achille Mbembe sobre a utopia de um mundo sem fronteiras. E ainda: ensaios de Heloisa M. Starling, Fred Coelho, Paulo Roberto Pires, Christy Wampole e Phillip Lopate, um ensaio visual de Rosana Paulino, e muito mais.
Capa: Caco Neves
Março 2019
Excluídas da história oficial, as mulheres fazem do ato de contar a própria trajetória uma forma de resistência, enlaçando as várias linhas dos movimentos feministas no país nas últimas décadas
Fóruns da internet brasileira são o berço de uma geração de jovens reacionários e misóginos, cooptados pela pregação online de gurus como Olavo de Carvalho, escreve Daniel Salgado em ensaio pessoal publicado na serrote 30. No texto, ele conta sua passagem por um movimento que, nascido nas profundezas da rede, hoje ocupa os holofotes da política nacional
Lançada em 2009, a revista serrote comemora 10 anos com uma edição especial. Na serrote 30, Philip Roth revisita os últimos anos de Kafka e imagina o exílio do escritor tcheco nos EUA. Henry Louis Gates Jr. mergulha na vida de um escritor negro que tentou escapar da própria identidade. Simone Weil reflete sobre as consequências do uso da força. Claudio Magris investiga o papel do segredo na política, na literatura e no amor. César Aira escreve um ensaio sobre o ensaio. E mais: um ensaio visual de Luiz Zerbini; uma história dos feminismos no Brasil traçada por Carla Rodrigues; a busca de Joca Reiners Terron pelos papeis e as obsessões de Valêncio Xavier; uma viagem de Eucanaã Ferraz pela estética do artifício nos anos 1960, passando por Drummond, Hitchcock e motéis americanos.
Capa: Regina Silveira
Novembro 2018
Compre a serrote 30 na Loja do IMS
Tendo nascido em movimentos de esquerda como comentário irônico a autocrítico, o “politicamente correto” foi cooptado pela direita e de alguma forma abriu caminho governos populistas e antidemocráticos em todo o mundo.
Eu seu verbete da seção especial em que seis intelectuais brasileiros refletem sobre figuras centrais da política nacional, Heloisa M. Starling analisa a interferência dos militares na política ao longo da história brasileira.
Eu seu verbete da seção especial em que seis intelectuais brasileiros refletem sobre figuras centrais da política nacional, Luiz Felipe de Alencastro defende que “os cargos de vice devem ser extintos”.
Edição especial para a Flip 2018
Distribuída gratuitamente em Paraty durante a FLIP 18, essa edição especial da revista serrote apresenta uma série de fotografias inéditas de Hilda Hilst e da Casa do Sol, acompanhadas por um ensaio do escritor Joca Reiners Terron sobre a autora homenageada. A edição está disponível abaixo para leitura gratuita no site.
A serrote 29 conta com uma seção especial em que seis intelectuais brasileiros refletem sobre figuras centrais da política nacional. “Pequeno dicionário de grandes personagens da República” reúne verbetes escritos por Renato Lessa (Candidato), Noemi Jaffe (Eleitora), Heloisa Murgel Starling (General), Mário Magalhães (Jornalista), Conrado Hübner Mendes (Juiz) e Luiz Felipe de Alencastro (Vice).
A revista traz também textos sobre as origens do termo “politicamente correto”, por Moira Weigel, e sobre o sexismo refletido na história da boneca Barbie, por Jill Lepore. E ainda ensaios do crítico de cinema A.O. Scott, da pensadora feminista Audre Lorde, do ensaísta Carlos Monsiváis, e muito mais.
Capa: arte sobre litografia de Daumier
Julho 2018
Na onda de conservadorismo, a xenofobia obriga o país a decidir se continua recebendo imigrantes a contragosto ou adota um projeto de abertura e acolhida
As virtudes superlativas do mais célebre arquiteto brasileiro repetem-se como paródia quando ele mesmo decide servir à monumentalidade de qualquer poder.
A serrote 28 apresenta um ensaio do filósofo francês Jacques Rancière sobre Guimarães Rosa e uma reflexão do escritor americano Jonathan Franzen sobre os dilemas do ensaísta em tempos sombrios. A revista traz um especial sobre os 50 anos dos levantes de 1968, com textos clássicos de Stephen Spender, sobre as revoltas de maio em Paris, e Joan Didion, sobre o movimento hippie na Califórnia. Claudia Rankine expõe a violência racista no cotidiano; Francesco Perrotta-Bosch critica a obra tardia de Oscar Niemeyer; Pedro Meira Monteiro analisa a relação dos artistas brasileiros com a precariedade social do país; e muito mais.
Capa: Ivan Chermayeff
Março 2018
O combate ao fascismo hoje começa pela capacidade de reconhecê-lo, como ensina a dura experiência da Europa no período entre as duas guerras mundiais.
Comentários essenciais sobre livros dispensáveis
A serrote 27 apresenta “Cinco lições de história para antifascistas”, de Mark Bray, e um perfil clássico de Ernest Hemingway escrito por Lillian Ross. A revista traz ainda o ensaio “Contra os filhos”, de Lina Meruane, uma conferência de Javier Cercas sobre literatura, e uma seleção de resenhas de Wislawa Szymborska, entre outros textos.
Capa de Deco Farkas
Novembro 2017
Retirar-se da cidade é, para toda uma linhagem de poetas, mais do que afrontar os excessos de civilização: o que nasce no campo é um outro “eu”, integrado e até diluído em seu entorno.
Autor de uma das mais celebradas e enigmáticas obras da poesia contemporânea, o americano John Ashbery morreu em 3 de setembro, aos 90 anos. A serrote 21 publicou o poema em prosa “Cuidado com o que você deseja,” de um de seus últimos livros (Breezeway, 2015), em tradução de Paulo Henriques Britto.
No lançamento da serrote 26, o escritor francês Patrick Deville, autor de obras como Viva! e Peste e cólera, participou de uma conversa com o editor Paulo Roberto Pires.
O evento aconteceu no IMS Rio, em 1º de agosto de 2017, e está registrado na íntegra neste vídeo.
Em 1951, James Baldwin foi o primeiro negro a botar os pés em Leukerbad. No vilarejo suíço, que vivia alheio à luta pelos direitos civis, encontrou um espelho do racismo disseminado pelo mundo e, sobretudo, do combate contra o preconceito travado nos Estados Unidos. Sua passagem pelo balneário dos Alpes resultou em “O estranho no vilarejo”, ensaio hoje clássico que a serrote 26 publicou pela primeira vez no Brasil. O texto serviu de bússola a Teju Cole, que refez a viagem decisiva de Baldwin para escrever “Um corpo negro”, incluído na mesma edição. Seis décadas depois, o mundo, como constatara o autor de Notas de um filho desta terra, jamais voltaria a ser branco.
Todos os anos, desde 2009, a serrote prepara uma edição especial para a Festa Literária Internacional de Paraty. Distribuída gratuitamente durante a Flip, a serrotinha traz material em torno do autor homenageado do evento, textos de escritores convidados, amostras do acervo do IMS e muito mais. Confira nesta página alguns dos números já publicados.
Edição especial para a Flip 2017
Lima Barreto é o destaque da edição especial da revista serrote para a 15ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que teve o autor carioca como homenageado. A edição especial foi distribuída gratuitamente em Paraty durante a Flip, que aconteceu de 26 a 30 de julho, e agora está disponível no site da serrote.
Convidado da Flip, o escritor francês Patrick Deville participa de debate no lançamento da serrote 26 no IMS Rio, dia 1º de agosto, às 20h
A serrote 26 traz um ensaio clássico de James Baldwin sobre racismo, publicado pela primeira vez no Brasil, e um relato de Teju Cole sobre uma viagem inspirada em Baldwin. Além disso, a revista apresenta um trecho do novo livro da mexicana Valeria Luiselli e ensaios de Patrick Deville, Leonardo Fróes e Fredric Jameson, entre outros.
Capa: Nigel Peake
Julho 2017
A história do meu cabelo crespo intersecta a história de pelo menos dois países e da relação entre continentes: uma geopolítica
Os Racionais MC’s são o ponto cego na inclusão do rap pela tradição da MPB, que já acolheu Emicida e Criolo
A sobreposição da política por valores morais divide o Brasil em guerras culturais que põem em questão conceitos básicos como família, educação e direitos humanos.
A serrote 25 traz um livro inédito de Ben Lerner, um trecho da nova biografia de Elizabeth Bishop, um ensaio visual de Daniel Jablonski e textos de George Steiner e Mark Lilla, entre outros.
Capa: Daniel Trench
Março 2017
Na quarta onda do feminismo, surfam jovens, negras, mulheres trans, lésbicas, prostitutas, intelectuais etc. – principalmente etc.
Pobre e desconhecido, expressando-se precariamente em castelhano, Witold Gombrowicz fez dos anos vividos em Buenos Aires um marco secreto na história da crítica cultural. Em seu diário e na conferência “Contra os poetas”, defende que literatura é, antes de tudo, um modo de ler, numa das grandes provocações artísticas contra a arte.
A partir de agora, serrote passa a publicar resenhas de obras de não ficção estrangeiras e nacionais. O primeiro livro resenhado é “Breviário do Brasil”, que reúne textos da portuguesa Agustina Bessa-Luís sobre suas viagens pelo país.
A convite da serrote, quatro importantes intelectuais brasileiros escrevem sobre o atual momento político do país, reunidos na série “Retratos do Brasil. A edição conta ainda com um ensaio visual de Wilma Martins e textos de Jean-Paul Sartre, Leonardo Villa-Forte, Emmanuel Carrère e muito mais.
Capa: Rico Lins
Julho 2016
Certamente os estrangeiros que vêm a Santo Stefano o fazem para, como eu, ver a casa onde nasceu Pavese, que ao fim e ao cabo é um lugar bastante sem graça: nesta cama o poeta nasceu, o guia me diz, e não há muito mais a imaginar além do pequeno Cesare chorando feito um condenado.
A loucura e o rancor, atenuados ou apagados nas fotografias oficiais do escritor, interpelam a literatura e a História nas imagens finais de uma iconografia pessoal esparsa e perturbadora.
Em sua atmosfera absurda, no seu enfrentar corajoso do bom senso e do ridículo, há na banda uma inegável passagem do cabotinismo ao lirismo.
A edição 17 da revista serrote traz textos de Alain Badiou, Janet Malcolm, Juan Villoro, Anne Carson, James Wood e Ana Almeida, entre outros.
Capa: Imagem do livro Sobre a forma, de Jean-Cristophe Bailly
Julho 2014
O fascínio de John Cage pelo vão do Masp é uma chave privilegiada para entender a complexidade e o alcance do pensamento de Lina Bo Bardi.
A 14ª edição da serrote traz ensaios visuais de Paulo Pasta e Laura Erber, e textos de Alexandre Eulalio, Richard Sennet, Jonathan Littell, Joseph Mitchell e muito mais.
Capa: Paulo Pasta a partir de Jean-Baptiste-Camile Corot
Julho 2013
Conheça os ganhadores, publicados na serrote #15 e no site
A 13ª edição da serrote traz 12 capas de livros produzidas por Eugênio Hirsch (1923-2001) e um texto inédito de Paulo Rónai (1907-1992) sobre Honoré de Balzac. E mais: Adriana Varejão, Georges Didi-Huberman, Colm Tóibín, Fredric Jameson, Emilio Fraia, Kenneth Goldsmith, entre outros.
Capa: Detalhe da capa de O grande Gatsby, publicado pela Editora Civilizaão Brasileira em 1962, por Eugênio Hirsch
Março 2013
Por enquanto, a grande vítima do apogeu do panfleto não foi o capitalismo, mas o ensaio: um texto construído a partir de interrogações tende a perder para um texto que se protege atrás de um muro de exclamações.
O que significaria vencer o empuxo cultural da ironia? Afastar-se do irônico representa dizer o que se pensa, pensar o que se diz e considerar a seriedade e a declaração direta como possibilidades expressivas, apesar dos riscos inerentes.
O chamado pós-estruturalismo dominou os departamentos de humanidades dos EUA na virada da década de 1970 para a de 1980. Desde então, autores tão distintos quanto Roland Barthes, Jacques Derrida e Gilles Deleuze ganharam o rótulo de French Theory, ou simplesmente Theory, a “Teoria” a que o professor de Columbia Nicholas Dames se refere para identificar uma tendência do romance contemporâneo. Este ensaio foi publicado pela revista n+1, que gentilmente o cedeu para a serrote.
Está na hora de a literatura admitir o próprio fim em vez de brincar de marionete com seu cadáver.
A 12ª edição da serrote traz o ensaio visual de Lynd Ward de 16 xilogravuras que contém o capítulo “O retrato”, publicado no livro Gods’ Man: A Novel in Woodcuts (1929), presente nesta edição da revista. Robert Warshow, um dos mais influentes e menos conhecidos críticos culturais americanos do século 20, apresenta seu clássico “O gângster como herói trágico”; o poeta e ensaísta americano Wayne Koestenbaum enumera todo e qualquer tipo de humilhação; desenhos de Louise Bourgeois ilustram as impiedosas constatações; o professor de literatura em Princeton Pedro Meira Monteiro disseca a polêmica entre Caetano Veloso e Roberto Schwarz – obras de Cildo Meireles da série Inserções em circuitos ideológicos acompanham o texto. Ainda: Witold Gombrowicz, Lars Iyer, Jonathan Lethem e muito mais.
Capa: Lynd Ward
Novembro 2012
Edição especial para a Flip 2012
Duas cartas inéditas de Carlos Drummond de Andrade para Francisco Iglesias, encontradas no acervo do IMS, são o mote para o texto de Elvia Bezerra sobre a relação do autor homenageado da Flip 2012 com sua terra natal, Minas Gerais. A edição apresenta também autorretratos da artista inglesa Bobby Baker, um texto de Joseph Epstein sobre a fofoca e um diário de Rodrigo Fresán sobre a laboriosa mudança de sua biblioteca.
O quinto encontro da seção “Desentendimento” reúne o cantor e compositor Romulo Fróes e o professor de música da USP Walter Garcia para discutir o estado atual da música brasileira e uma suposta crise da canção. Paulo da Costa e Silva, coordenador da Rádio Batuta, a webradio do IMS, foi responsável pela mediação do bate-papo em vídeo.
Esta edição traz um ensaio exclusivo do colombiano Héctor Abad; um perfil da escritora Marguerite Duras escrito pelo espanhol Enrique Vila-Matas; um ensaio de Brian Boyd sobre as afinidades de Vladimir Nabokov (1899-1977) e Machado de Assis (1839-1908), desconhecidas por ambos, e mais.
Capa: Roni Horn
Julho 2012
A décima edição da serrote traz a publicação de uma breve antologia da letra D (de dez), com Armando Freitas Filho, Francisco Alvim, Giorgio Agamben e Luciano Canfora. A publicação também traz o arquiteto e historiador argentino Adrián Gorelik, que descreve como a construção de Brasília gerou uma expectativa frustrada logo no momento de sua realização, e uma lista de privilégios escrita em forma de tratado por Stendhal (1783-1842), dois anos antes de morrer.
Capa: Composição a partir de obra de Athos Bulcão
Março 2012
No Rio de Janeiro e São Paulo, haverá lançamento nos dias 9 e 21 de novembro, respectivamente, com leitura do texto “Desarticulações”, da argentina Sylvia Molloy, pela atriz Regina Braga.
A nona edição da revista traz o ensaio “Desarticulações”, um texto pessoal da ensaísta argentina radicada nos eua Sylvia Molloy, em que ela descreve a progressão do Alzheimer de sua ex-companheira. Também: desenhos de Edward Gorey, um relato de Bernardo Carvalho sobre o ateliê interdisciplinar proposto por Olafur Eliasson em Berlim e textos de Cynthia Ozick, Carla Rodrigues, William Faulkner e muito mais.
Capa: Edward Gorey
Novembro 2011
O texto abaixo foi publicado na revista eletrônica Eurozine em 16.7.2003, em tradução do diálogo em russo para o inglês. Os autores, Svetlana Boym e Boris Groys, estão entre os colaboradores do nono número da serrote, que chega às livrarias em novembro.
Edição especial para a Flip 2009
A serrotinha, edição especial gratuita distribuída durante a Festa Literária Internacional de Paraty, estreou em 2009 revelando duas fotos inéditas de Manuel Bandeira, homenageado do evento, feitas em Minas Gerais pelo argentino Horacio Coppola. A revista trouxe ainda uma seleção de textos breves de um mestre do ensaio, o americano E. B. White, e um artigo de Rafael Cardoso sobre antigas edições populares de José de Alencar, parte do acervo de José Ramos Tinhorão sob guarda do IMS.
Edição especial para a Flip 2011
Em diários inéditos, sob guarda do IMS, Paulo Mendes Campos registra suas viagens por União Soviética, China e Polônia. O escritor espanhol Javier Marías repassa sua relação de amor e ódio com O Gattopardo, de Lampedusa. E dois ensaios visuais completam a edição: um com pinturas de Elizabeth Bishop e outro com retratos de escritores feitos por Roberto de Vicq de Cumptich usando apenas as letras de seus nomes.
Edição especial para a Flip 2010
A segunda edição da serrotinha resgatou a transcrição de um encontro entre Jorge Luis Borges e Vinicius de Moraes, em Buenos Aires, em 1975. Eucanaã Ferraz apresentou poemas do sociólogo Gilberto Freyre, homenageado da Flip 2010. A revista publicou também um ensaio de Edith Warton, “O vício da leitura”, e uma seleção de fotopinturas tradicionais do Nordeste.
No mês em que João Gilberto completou 80 anos, a oitava edição da revista trouxe um perfil inédito do cantor escrito pelo jornalista alemão Marc Fischer. Mais: Alex Ross, Orhan Pamuk, Gesualdo Bufalino, Raul Pompéia, Lydia Davis, Phillip Lopate, Mies van der Rohe e Armando Freitas Filho.
Este vídeo ilustra o conteúdo da oitava edição.
Capa: Robert Longo
Julho 2011
Ao contar uma história de amor com recursos interativos, o videogame Prince of Persia é um exemplo de narrativa procedimental que nos mostra o que há de único na linguagem dos jogos eletrônicos.
Viu a luz e o rascunho do seu rosto imerso na escuridão acentuada pelo efeito cegante da luz. Fechou os olhos que ardiam. Quando deu por si novamente, escrevia no documento em branco: para meus filhos.
Redigido por um rapaz de 23 anos e publicado no terceiro número da revista Clima, em agosto de 1941, o manifesto “O grouchismo” é um exemplo precoce da espécie de galhofa gentil e sutil que marcaria a pessoa e a carreira de seu autor, Antonio Candido, ao mesmo tempo que dá ideia dos muitos elementos fundidos no perfil de sua geração.
Conheça os ganhadores da edição inaugural, publicados na serrote #9
Este artigo, publicado originalmente na revista The New Yorker (20/4/2009), trata do escritor inglês Geoff Dyer, que assina um ensaio na sétima edição da revista serrote e ministra palestra nos dias 29 e 31 no IMS-RJ e no IMS-SP.
Neste segundo encontro da seção “Desentendimento”, os filósofos Marcos Nobre e Luiz Felipe Pondé debatem sobre os conceitos políticos de esquerda e direita. A mediação ficou a cargo do jornalista e diretor de redação da Folha de S.Paulo Otavio Frias Filho. A cada mês, o leitor encontrará no blog um debate em vídeo em que os convidados apresentam opiniões divergentes sobre um tema proposto pela revista serrote.
Os blocos abaixo registram o primeiro debate da seção “Desentendimento”. A cada mês, o leitor encontrará no blog um debate em vídeo em que os convidados apresentam opiniões divergentes sobre um tema proposto pela revista Serrote. Neste primeiro encontro, o filósofo José Arthur Giannotti e o cientista político André Singer discutem o legado do governo Lula. A conversa foi conduzida por Mario Sergio Conti, diretor de redação da revista Piauí.
Este texto foi publicado originalmente na revista The New Yorker, em sua edição de 10/1/2011. O artigo trata do documentário sobre o Holocausto Shoah e de seu realizador, o francês Claude Lanzmann, ampliando a discussão sobre o extermínio de judeus durante a Segunda Guerra. Lanzmann (que está entre as atrações da Festa Literária Internacional de Paraty – Flip deste ano) lança seu livro de memórias A lebre da Patagônia no Brasil, pela Companhia das Letras, em junho.
Essa edição conta com entrevista do escritor americano Jonathan Franzen concedida à The Paris Review na época do lançamento de seu romance Liberdade, acompanhada de imagens do americano Gregory Crewdson feitas no início de sua carreira e publicadas no livro Early Work (1986-1988). Também: ensaio fotográfico de Edu Marin, que viajou para a região serrana fluminense uma semana depois das enchentes em Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, e textos de Beatriz Sarlo, Arthur Dapieve, Geoff Dyer e muito mais.
Capa: Edu Marin
Março 2011
A sexta edição da revista serrote trouxe ao leitor três opções de capa com colagens em papel do jovem artista paulista Felipe Cohen e um amplo e pouco conhecido portfólio da artista gráfica brasileira Bea Feitler. E textos de Alberto Manguel, Roberto Bolaño, Marcos Nobre, Ronaldo Brito e muito mais.
Capa: Felipe Cohen
Novembro 2010
A quinta edição da serrote traz o trabalho do artista sul-africano William Kentridge e um conjunto de ilustrações da artista gráfica Maira Kalman. Ainda: um ensaio do romancista israelense David Grossman sobre o artista polonês Bruno Schulz e textos de Graham Greene, Robert Walser, Antonio Cícero, Natalia Ginzburg, Perry Anderson e muito mais.
Capa: Maira Kalman
Julho 2010
Um ensaio sobre Coney Island, praia próxima a Nova York que reunia a maior densidade humana por centímetro de areia do planeta, escrito por Guilherme Wisnik e Heloisa Lupinacci, é ilustrado com fotos de Walker Evans e Weegee. A revista traz também um ensaio do escritor Daniel Galera sobre o videogame Prince of Persia; as relações entre o cinema e a pintura, em ensaio escrito pelo crítico e escritor inglês John Berger; um texto do historiador Evaldo Cabral de Mello sobre a participação do padre Antônio Vieira nas negociações de Portugal para dar fim ao domínio dos Países Baixos em Pernambuco, e muito mais.
Capa: Jorge Colombo
Março 2010
Um texto raro do pensador e crítico francês Roland Barthes sobre esportes faz parte da terceira edição da serrote. Também estão nesta edição fotos feitas em 1964 para o documentário Subterrâneos do futebol, com direção de Maurice Capovilla e produção e direção de fotografia de Thomaz Farkas, e a entrevista concedida pelo escritor Julio Cortázar a Antonio Trilla, em 1983, sobre sua paixão pelo boxe e pelo jazz. E mais: Freeman Dyson, Virginia Woolf, Angela Alonso e Samuel Titan Jr., entre outros.
Capa: Thomaz Farkas
Novembro 2009
A segunda edição da revista serrote traz um caderno de 16 páginas com desenhos e pinturas, em nanquim, carvão e guache sobre papel, de Philip Guston, artista americano influenciado pelas histórias em quadrinhos. O pintor Paulo Pasta selecionou os trabalhos e, em um ensaio introdutório, fala de sua transição do abstracionismo à figuração e à simplificação gráfica. Mais: James Agee, Alexander Calder, Antonio Candido, Ricardo Piglia, Raymond Carver, Gore Vidal, John Updike, José Miguel Wisnik e Enrique Vila-Matas.
Capa: Philip Guston
Julho 2009
Publicada em março de 2009, a edição #1 tem como destaque a carta inédita de Mário de Andrade para Otto Lara Resende, falando de seu encontro, em 1944, com a nova geração de escritores mineiros. Traz também a série de retratos que Marcel Gautherot, grande fotógrafo francês radicado no Brasil, fez do artista José Pancetti, um dos nomes mais importantes da pintura brasileira. Modesto Carone, o melhor tradutor brasileiro de Franz Kafka, verteu pela primeira vez para o português os 109 aforismos que o escritor de Praga reviu à mão e organizou, mas não chegou a publicar em vida. Mais: Nuno Ramos, Francisco Alvim, Saul Steinberg, Alberto Dines, Carlo Ginzburg, Tostão e Antonio Cícero.
Capa: Saul Steinberg
Março 2009







