Os diários de minha tia, vítima de feminicídio quando o termo não existia, expõem como o assassinato é a culminância de violências simbólicas e concretas do cotidiano
Toda palavra é um território que carrega suas camadas geológicas, as sedimentações do uso, do tempo, das vozes que a pronunciaram.
No jogo e no brinquedo, nos corpos tomados pelo movimento, se elabora a memória da experiência negra que escapa ao arquivo
As descendências inimagináveis da literatura brasileira, de Clarice Lispector e Rubem Fonseca, casal improvável, a Amara Moira
Entre o que é dito e o que se ouve, entre o que se ouve e se decodifica, entre um corpo e o que a história faz desse corpo
Ganhadora do Concurso de Ensaísmo serrote 2025 reconstitui a trajetória de Thais Diniz, ícone do universo travesti na São Paulo dos anos 1980 e 1990, e reflete sobre o desafio de narrar vidas sistematicamente apagadas da história
A serrote #51 apresenta os textos premiados no Concurso de Ensaísmo 2025, uma conferência do artista sul-africano William Kentridge, parte de um livro inédito no Brasil, e textos de Cristina Peri Rossi, María Negroni e Claudia Durastanti, entre outros
Capa: Catarina Bessell
Novembro 2025







