#51 , 
Com amor, Isilda

Os diários de minha tia, vítima de feminicídio quando o termo não existia, expõem como o assassinato é a culminância de violências simbólicas e concretas do cotidiano

 

Terceira colocada no Concurso de Ensaísmo 2025

—Carolina Marcondes—
#51 , 
Glossário antirracista

Toda palavra é um território que carrega suas camadas geológicas, as sedimentações do uso, do tempo, das vozes que a pronunciaram.

—Juliana Borges—
#51 , 
Zonas de cura

No jogo e no brinquedo, nos corpos tomados pelo movimento, se elabora a memória da experiência negra que escapa ao arquivo

—Claudio Medeiros—
#51 , 
Pares possíveis e impossíveis

As descendências inimagináveis da literatura brasileira, de Clarice Lispector e Rubem Fonseca, casal improvável, a Amara Moira

—Italo Moriconi—
#51 , 
Telefone sem fio

Entre o que é dito e o que se ouve, entre o que se ouve e se decodifica, entre um corpo e o que a história faz desse corpo

—Tom Nóbrega Silva—
#51 , 
Ritual para um arquivo travesti

Ganhadora do Concurso de Ensaísmo serrote 2025 reconstitui a trajetória de Thais Diniz, ícone do universo travesti na São Paulo dos anos 1980 e 1990, e reflete sobre o desafio de narrar vidas sistematicamente apagadas da história

—Ava Cruz—
#51 , 
revistas , 
serrote 51

A serrote #51 apresenta os textos premiados no Concurso de Ensaísmo 2025, uma conferência do artista sul-africano William Kentridge, parte de um livro inédito no Brasil, e textos de Cristina Peri Rossi, María Negroni e Claudia Durastanti, entre outros

Capa: Catarina Bessell

Novembro 2025

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