#24
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serrote 24

A serrote 24 traz ensaios que refletem sobre a história  do pensamento reacionário, as ondas feministas e as novas formas de ativismo político, entre outros temas.

Capa: Sandra Cinto

Novembro 2016

Compre a serrote 24 na Loja do IMS

#24
Anônimo, vanguarda, imperceptível

A crise da democracia e da representação impulsiona o ativismo de código aberto, que prescinde de lideranças explicitamente identificadas ou estruturadas.

—Rodrigo Nunes—
#23
O autor como apropriador

No limite entre invenção e impostura, a escrita não criativa de Kenneth Goldsmith quer repetir no universo do texto o que Marcel Duchamp fez no mundo da arte.

—Leonardo Villa-Forte—
#23
Pai país mãe pátria

No cinema brasileiro dos anos 1960, o político e o social desfocavam a família, que nas produções do final dos 1990 assume o protagonismo, encarnando nos indivíduos os dramas do coletivo.

—José Carlos Avellar—
#23
Uma breve história natural da urna

Quando eleição é sinônimo de captura de voto por predadores políticos profissionais, convém rever as origens do recipiente que é o coração da política.

—Renato Lessa—
#22
Devíamos ter ficado em casa?

Lá estava eu em Santa Cruz de Mompox, cidade no meio da Colômbia que muitos colombianos não conhecem e que, diz-se, vive parada no tempo.

—Paulo Roberto Pires—
#23 ½
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Edição especial para a Flip 2016

Aqui, na íntegra, a serrote #23½, com textos de Alice Sant’Anna, Jean Renoir e Robert Louis Stevenson. Já tradicional na programação da Casa do IMS na Festa Literária Internacional de Paraty, a “serrotinha” foi distribuída gratuitamente durante a edição de 2016, que homenageou a poeta Ana Cristina Cesar.

 

#23 ½
Meios de transporte

Caderno de Ana Cristina Cesar mostra os bastidores da criação de A teus pés, uma complexa operação de citações e apropriações de música e poesia. Este texto integra a serrote #23 ½, lançada na FLIP 2016, que tem a poeta como autora homenageada.

—Alice Sant'Anna—
#22
Sobre os ensaístas de periódico

De como uma geração de ingleses recriou no século 18 a forma inventada por Montaigne, aplicando a liberdade de julgamento à vida cotidiana, promovendo o encontro entre o filósofo e o fofoqueiro.

—William Hazlitt—
#21
O Lima Barreto que nos olha (vídeo)
—Beatriz Resende—
#20
O radical conservador

Raízes do Brasil só ganha as tintas progressistas que o consagraram na segunda edição, quando Sérgio Buarque de Holanda reavalia o papel da tradição e defende um caminho democrático.

—Luiz Feldman—
#20
Bianca & nera

Da revista Cinema Hoje, jamais publicada, restam anotações e o projeto de Amilcar de Castro, devaneio gráfico até hoje inédito e que virou obra de arte porque impedido de se reproduzir gutenberguianamente.

—Sérgio Augusto—
serrote
O manifesto do congresso (acadêmico)

Ritual obrigatório em universidades de todo o mundo, o congresso naufraga em hábitos pouco questionados e parece servir menos ao debate que aos critérios de produtividade pura e simples das “Administrativersidades”. Em dez regras bem-humoradas, a ensaísta americana propõe um código de conduta que, para ela, pode salvar o estudo das Humanidades.

—Christy Wampole—
#20
Disparidades eletivas

Por mais de 20 anos, Ribeiro Couto desafinou o coro de reverência a Mário de Andrade em uma troca de cartas de notável energia intelectual e inquietação pessoal.

—Elvia Bezerra—