Segunda edição do Festival serrote, evento anual que reúne escritores, jornalistas, pesquisadores e artistas para apresentações e debates sobre política, cultura e sociedade e uma sessão da Serrote ao Vivo com leituras, música e artes visuais.
O fidalgo de O Guarani é o paradigma involuntário do homem branco brasileiro, que vive como ameaça permanente em um país que insiste em dominar e explorar
Na serrote 38, Bruno Paes Manso analisa a influência da lógica miliciana no governo Bolsonaro, Ynaê Lopes dos Santos mostra como o tráfico de escravizados moldou a sociedade brasileira, e Ilana Feldman registra o cotidiano de uma Brasília sitiada pela pandemia, pelo fundamentalismo religioso e pela brutalidade política. E mais: Evandro Cruz Silva busca uma definição de “genocídio”; Stephanie Borges narra um percurso de libertação que passa pela poesia, pelo feminismo negro e pelos cuidados com o cabelo; Coco Fusco discute a decolonização dos museus; Rafael Cardoso resgata o que foi deixado de fora do cânone modernista; Otavio Leonidio investiga a “cidade sem forma” e Eloar Guazzeli apresenta sua cidade imaginária
Capa: Arjan Martins
Julho 2021
Na serrote 37, o cartunista Claudius Ceccon publica pela primeira vez três desenhos feitos na prisão durante a ditadura. O ganhador do Nobel J. M. Coetzee reflete sobre o impacto da censura no trabalho dos escritores. A historiadora Wlamyra Albuquerque e o sociólogo Serge Katembera discutem o racismo e o identitarismo. A revista traz também ensaios sobre o impacto da pandemia de gripe de 1918 nas obras de Freud e Mário de Andrade
Capa: Carlos Zílio
Março 2021







